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Renda fixa ganha serviço

Investidores em ativos negociados no Bovespa Fix – debêntures, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FDICs) – têm desde abril acesso ao Serviço de Solicitação de Cotações.

Este permite que o investidor conheça rapidamente as cotações dos ativos negociados, informe o ativo que pretende cotar, a quantidade desejada e a natureza da operação (compra ou venda). Os dados são visualizados simultaneamente por todas as instituições participantes do Bovespa Fix.

Os interessados em fechar negócio respondem à consulta e esta resposta tem status de oferta firme, ou seja, quem responde à oferta tem a obrigação de concluir a operação.

 

Home Broker, novo recorde

O número de investidores em ações via Home Broker ultrapassou 100 mil em abril, mês em que o sistema registrou outros recordes: o volume mensal somou R$ 10,7 bilhões e o total de negócios realizados foi de 1,3 milhão. A participação do Home Broker na quantidade de negócios da Bovespa foi de 26,69%, contra 23,56% em março e no volume, 7,48%.

Em fins de abril, 58 corretoras ofereciamo serviço, duas a mais do que em março.

 

Volume dobrado

O volume financeiro do mercado secundário de FDICs e CRIs atingiu R$ 127,2 milhões em abril, mais que o dobro dos R$ 62,8 milhões de março. Os resultados representam a soma dos negócios realizados no Bovespa Fix e no Soma Fix.

 

Avançam os lançamentos

As empresas registraram em abril 11 pedidos de ofertas públicas de ações na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com volume total de cerca de R$ 5 bilhões. Entre janeiro e abril, o volume do ano alcançou R$ 15,6 bilhões, correspondendo a 78% do total de 2006. Analistas estimam em 60 o número de lançamentos de ações deste ano.

 

Capitalização: R$ 1,75 trilhão

O valor de mercado das 366 empresas com ações negociadas na Bovespa alcançou, em abril, o montante recorde de R$ 1,75 trilhão, contra R$ 1,63 trilhão registrado em março.

 

A hora de investir

Com a queda dos juros básicos, o retorno dos investimentos das empresas tende a superar o rendimento das aplicações financeiras. Este fato – inédito no Brasil nos últimos 15 anos – foi abordado em palestra do ex-presidente do BC, Affonso Celso Pastore, no XIX Fórum Nacional, no Rio, em 15 de maio. Ele é um sinal de grandes mudanças nas empresas. Espera-se que elas aumentem seus investimentos produtivos a partir de mais capital – a ser obtido, por exemplo, nas ofertas primárias de ações.



A Vale em R$ 200 bilhões

O valor da Companhia Vale do Rio Doce superou o que seus próprios dirigentes esperavam há cinco anos. O valor de mercado superou R$ 200 bilhões (US$ 100 bilhões) às vésperas do 10º aniversário da privatização da empresa, em 6 de maio. Na época da privatização, o valor de mercado da Vale era de US$ 7,9 bilhões. Em 2002, o presidente Roger Agnelli falou de uma meta mais modesta: chegar ao valor de mercado de US$ 25 bilhões em 2010.

 

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