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O Índice Tag Along |
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Um novo indicador da evolução dos preços das ações está sendo divulgado pela Bovespa desde o final de junho: é o Índice Tag Along (Itag), que reúne ações de empresas que estendem aos acionistas minoritários o direito de receber pelo menos parte do prêmio pago aos controladores em caso de venda da companhia. Para fazer parte do Itag, as empresas devem pagar aos minoritários mais do que o mínimo previsto pela Lei das S.As. Hoje, os titulares de ações ordinárias devem receber no mínimo 80% do valor pago aos controladores. Estudo realizado pela Bolsa mostrou que de 30/12/2002 a 24/6/2005 o Índice Tag Along teria rentabilidade de 217,6%, superior à dos demais índices de ações. |
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Porta de entrada
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Lançado em maio, o Bovespa Mais (ou Mercado de Ações para o Ingresso de S.As) é um segmento do mercado de balcão organizado para atrair empresas com estratégia de ingresso gradual, transparência, que buscam visibilidade e parceria para crescer. No novo segmento, serão possíveis ofertas iniciais de ações com volumes menores do que o padrão atual e a venda dos papéis poderá ser feita, de maneira organizada, para um pequeno grupo de investidores, com a perspectiva de realização de colocação pulverizada no futuro. As empresas também poderão se registrar no Bovespa Mais sem realizar uma oferta, no primeiro momento, mas podendo se utilizar da presença na listagem para ampliar a exposição e o contato com os investidores, melhorando, desta forma, as condições para futuras colocações de ações. "Essas empresas poderão ser as futuras blue chips brasileiras", acredita o presidente da Bovespa, Raymundo Magliano Filho. Para participar do Bovespa Mais, as empresas se comprometem a oferecer mais direitos e informações aos investidores, à semelhança do Novo Mercado. Devem, além disso, formar um mercado secundário forte para seus papéis, emitindo só ações ordinárias, com garantia de tag along a todos os seus acionistas e ter free float (porcentual de ações em mercado além dos papéis de controle) de 25%, no mínimo, em sete anos.
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BID apóia a Bolsa |
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O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou a liberação de US$ 200 mil para financiar a primeira fase do projeto de integração dos mercados de ações da América Latina. Outros US$ 230 mil previstos para o projeto virão das bolsas da região e da Federação Ibero Americana de Bolsas de Valores (Fiab). Segundo o presidente da Bovespa, Raymundo Magliano Filho, "esse apoio do BID é um selo de qualidade e mostra a importância do projeto". |
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Tratando bem os acionistas |
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A Copesul foi eleita a empresa que melhor tratamento dispensou aos acionistas em 2004, segundo ranking da Agência Estado e da consultoria Economática. Em seguida, vieram Randon, Belgo, Vale do Rio Doce, CCR, Itaú, Perdigão, Fosfértil, Telesp e Braskem. Os critérios para escolha das empresas foi a evolução da relação preço/lucro e preço/valor patrimonial da ação; oscilação do papel; liquidez; volatilidade; dividendo em relação ao valor patrimonial; e retorno sobre o patrimônio líquido. |
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TAM investe meio bilhão |
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Com o aquecimento do mercado de vôos domésticos e internacionais, o mercado de ações ajudou a TAM a se capitalizar: em junho, a empresa foi bem-sucedida numa oferta pública de 30,471 milhões de ações preferenciais, das quais 21 milhões (quase 70%) foram de novas ações (emissão primária) e 9 milhões de papéis que pertenciam aos acionistas (emissão secundária), além de um lote suplementar de 282 mil ações.
A operação permitiu captar R$ 548,488 milhões, dos quais 90% deverão ser usados para financiar sua expansão - aquisição e arrendamento de aeronaves para sua frota - e o restante como capital de giro.
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