BM&FBOVESPA – A Bolsa é pra você!

Investidores

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Qual o seu objetivo? Qual o seu perfil?

Tenho pouco conhecimento e quero investir na Bolsa

A primeira coisa que vamos fazer é olhar um pouco mais de perto o que é a Bolsa e o que ela oferece. A BM&FBOVESPA promove e mantém um ambiente seguro para quem quer comprar e vender ações, e participa de etapas vitais para a realização de outras aplicações como fundos de ações, ETFs (fundos de índices) e clubes de investimento.

Cada um desses quatro caminhos para entrar na Bolsa tem características que atendem a necessidades diferentes dos investidores. Para quem não tem muita experiência, os ETFs (fundos de índice) podem ser uma alternativa, ainda que ofereçam algum tipo de risco. Já quem não quer correr qualquer risco na hora de investir, pode dar uma olhada no Tesouro Direto.

Aceito correr riscos em busca de melhor rentabilidade

As ações são uma alternativa atraente para o investidor que conhece as incertezas naturais das aplicações de renda variável e está disposto a conviver com mais risco em busca de um melhor rendimento dos seus recursos. Por permitir investimentos graduais e oferecer alternativas com diversos níveis de risco, o mercado acionário atende tanto aos investidores iniciantes, como aos profissionais experimentados.

Para quem está começando, é possível entrar aos poucos e optar por ações com menor potencial de variação de preços. Essas ações mais conservadoras costumam ser boas pagadoras de dividendo, que nada mais é do que a distribuição do lucro para os acionistas. Assim, se o desempenho da companhia permitir, os detentores de ações da empresa recebem pagamentos regulares.

Para saber qual investimento se encaixa melhor nos seus planos e necessidades, procure os especialistas de uma corretora. Eles vão orientá-lo, além de executar suas ordens de compra e venda.

Quero um investimento seguro, mas aceito algum risco

Para quem procura uma aplicação que tenha uma variação menos intensa do que as opções mais arrojadas de renda variável, os fundos imobiliários são uma alternativa. Por seu intermédio, o investidor tem acesso aos potenciais de ganho oferecidos pelo mercado imobiliário: renda regular com aluguéis, lucro com a valorização dos imóveis, receita com papéis imobiliários (como títulos emitidos por construtores para financiar as obras) etc. Além disso, qualquer tipo de imóvel pode ser negociado: shopping centers, escritórios, hospitais, apartamentos, galpões industriais, centros logísticos etc.

Em geral a rentabilidade destes fundos é muito competitiva, pois contam com isenção de imposto de renda sobre os rendimentos. Por serem distribuídos em cotas, que podem ser compradas como ações na Bolsa, esses fundos atendem quem deseja um investimento com as características do mercado imobiliário, sem ter que:

  • Desembolsar todo o valor normalmente exigido para a compra de um bem desta natureza;
  • Concentrar todos os recursos em um único ativo;
  • Gerenciar um imóvel (acompanhar as obras, gerir inquilinos, cuidar da manutenção, pagar impostos etc.).

São uma alternativa também para os investidores que visam o médio e longo prazo e não querem ter que reinvestir os recursos a cada vencimento. Por serem fundos fechados, o investidor conta com duas formas de saída: venda das cotas no mercado secundário (por intermédio da Bolsa) ou dissolução do fundo, quando os bens são vendidos e o produto distribuído para os cotistas.

Não quero correr riscos mas busco boa rentabilidade

Os títulos que rendem juros emitidos pelo Governo Federal são considerados pelo mercado como a aplicação mais segura. São investimentos do tipo renda fixa. Para que as pessoas físicas possam investir neles, sem ter que passar por um fundo de investimentos, foi criado o programa Tesouro Direto. Como quem tem a obrigação de honrá-los é o Tesouro Nacional, são a melhor alternativa para quem busca baixo risco e previsibilidade.

Por oferecer três modalidades, o Tesouro Direto permite que investidor diversifique suas aplicações, contemplando cenários de alta ou baixa de juros e variação da inflação, com flexibilidade de datas de resgate. Por ser uma aplicação versátil, compatível com pequenas e grandes somas e diversos vencimentos, permite que o investidor programe os resgates em função de obrigações futuras. E tem a vantagem de permitir saque antecipado, caso haja necessidade (neste caso, pode ocorrer de a rentabilidade não ser compatível com a que seria obtida no vencimento da aplicação).

Aplicações no Tesouro Direto contam ainda com um atrativo tributário: o Imposto de Renda (IR) só é cobrado no momento de saída do investimento, ou no recebimento das parcelas semestrais, dependendo da modalidade escolhida. Como a parcela do IR permanece na carteira do investidor do Tesouro Direto, continua a render juros.