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11/08/17

B3 anuncia os resultados do segundo trimestre de 2017


A B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (“B3” ou “Companhia”; código de negociação: BVMF3) divulgou hoje os resultados do segundo trimestre de 2017 (2T17). A receita total atingiu R$1.079,2 milhões no 2T17, aumento de 8,9% em relação ao mesmo período do ano anterior (2T16), com crescimento de receitas em todos os segmentos de negócio.
A B3 reafirma os orçamentos de despesas ajustadas[1] (OPEX) e de investimentos ajustados[2] (CAPEX) anunciados, conforme segue:
- Orçamento de OPEX para 2017: intervalo de R$1.050 milhões a R$1.100 milhões. Adicionalmente, o orçamento para as despesas com depreciação e amortização prevê intervalo de R$790 milhões a R$840 milhões, que inclui a amortização de intangíveis; e 
- Orçamento de CAPEX ajustado para 2017: intervalo de R$250 milhões a R$280 milhões.

Destaques do 2T17:

  • No segmento BM&F, o volume médio diário (ADV) cresceu 36,5% sobre o 2T16, enquanto a receita por contrato (RPC) média caiu 22,8% no mesmo período;
  • O volume financeiro médio diário (ADTV) no segmento Bovespa cresceu 18,8% sobre o 2T16, ao passo que as margens de negociação e pós-negociação caíram 1,7% no mesmo período; 
  • No segmento Cetip UTVM, destacam-se os volumes de registro e permanência dos instrumentos de renda fixa, que cresceram 8,4% e 16,8%, respectivamente, impulsionados pela atividade de CDBs;
  • No segmento Cetip UFIN, a quantidade de veículos financiados cresceu 7,6%, devido ao aumento no total de veículos vendidos e na penetração de crédito nesse mercado; e
  • Distribuição de R$81,6 milhões em juros sobre capital próprio, 50% do lucro líquido societário no 2T17.

O Presidente da B3, Gilson Finkelsztain, afirmou: “Atualmente, nossa prioridade é a integração dos negócios da BM&FBOVESPA e da Cetip em uma única empresa, a B3. No 2T17, nós concluímos a incorporação da Cetip e avançamos em diversas frentes do processo de integração, que incluem, entre outras, relacionamento com clientes, RH e TI. Adicionalmente, continuamos avançando em nossos projetos estratégicos. Em junho, foram aprovados os aprimoramentos das regras do Novo Mercado, uma grande conquista que demonstra a melhoria contínua do mercado de capitais brasileiro. Melhores padrões de governança corporativa proporcionam maior transparência e atraem mais investidores. Também estamos satisfeitos por ver mais empresas acessando o mercado por meio de IPOs e follow-ons e esperamos que esse movimento continue no segundo semestre e no futuro”.

O Vice-Presidente Financeiro, Corporativo e de Relações com Investidores, Daniel Sonder, comentou: “No 2T17, o aumento da volatilidade causado pelas incertezas no cenário político impulsionou os volumes nos mercados de ações e derivativos, ao mesmo tempo em que também começamos a observar sinais de recuperação no mercado de financiamento de veículos. Nós continuamos a exercer a gestão de despesas da Companhia com disciplina e estamos focados em capturar as sinergias oriundas da fusão como previamente orçadas. Para este ano, estamos planejando distribuir 50% do lucro líquido contábil por meio do pagamento de JCP intermediários e avaliar eventual pagamento adicional no final do ano, reforçando nosso compromisso em retornar capital aos nossos acionistas” 

[1] Despesas ajustadas por: (i) depreciação e amortização; (ii) programa de incentivo de longo prazo baseado em ações – principal e encargos; (iii) combinação de negócios com a Cetip; e (iv) provisões.
[2] Não inclui CAPEX relacionado à combinação de negócios entre BM&FBOVESPA e Cetip.

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